Junte em uma mesma morosa tarde de sábado:
- Spanta Nenem no Clube de Remo do Flamengo começando as 15 hs
- Um por do sol cariocamente fantástico
- Covs, e dois grandes companheiros de fanfarronices; o juvenil e explosivo Heitor; e o irreverente porem sóbrio Quixote
- Aniversário de uma grande amiga de Covs, a diminuta porem formidável Joaninha, num bar em Ipanema
- Um “estica” do mesmo bar e uma festa no Vivo Rio
Comece por juntar Covs e Heitor em casa. Adicione 3-4 cervejas e muito papo sobre mulheres, planos de dominação global, e a vida no sentido mais amplo da palavra. Misture isso tudo lentamente em 90 minutos de muita conversa fiada, e coloque a massa restante dentro de um carro em direção ao Spanta Nenem na lagoa.
Chegando ao Spanta, estacione o dito carro no Shopping Leblon e arraste a massa para dentro do evento que marca o inicio do verão carioca (de acordo com o nosso querido Heitor, num momento tipicamente Covs, o inicio do verão é marcado pelo jasmim florescendo na sua janela).
Adicione lentamente ao longo de 5 horas: Diversas cervejas, samba, o som do Tony Garrido, gracejos a vontade, muitos amigos há muito tempo não encontrados, um por do sol cariocamente fantástico sobre o espelho d’água da lagoa, e muita lisura (como é característico do nosso amigo Covs).
Coloque o Cristo Redentor olhando sobre essa zona toda (um tanto quanto abismado com a propensão dos cariocas a boemia) que desafia o medo da violência para viver um segundo de intensa descontração e celebração a vida.
Após as 5 horas de festa, separe o Covs da massa e o encaminhe suado, mal-ajambrado e um tanto quanto embriagado em direção ao bar e o aniversario da Joaninha. Não se esqueça, nestas situações de sempre usar um taxi para o transporte do Covs.
Chegando ao local, salpique-o com diversos amigos queridos há muito tempo não vistos, e adicione mais 3 horas de bate papo temperado com a infame retórica do irreverente Quixote em uma mesa de boteco. Opa! Já ia esquecendo, adicione mais 3-4 chopes, e alguns salgadinhos gordurosos e deliciosos (o jantar da noite).
Retire Quixote e Covs do caldo, e direcione-os a festa do Vivo Rio pilotados pelo sóbrio Quixote. Antes de agregá-los a mistura da festa, troque de roupa rapidamente dentro do estacionamento do Shopping Leblon e abandone o seu carro por não ter condições de dirigir. Faça isso evitando olhares curiosos e com medo dos seguranças.
Chegando ao Vivo Rio, bata no liquidificador doses fartas de alegria, amizade e musica boa e refogue com muita gente boa dançando numa energia absolutamente social e tipicamente carioca.
Termine às 12 horas de boemia com uma boa noite de sono, levante no dia seguinte e repita o processo!
terça-feira, 30 de novembro de 2010
sábado, 20 de março de 2010
Filha da Mãe!
Eis que o nosso heroi Fanfa se encontrava num fim de noite perdido em uma das capitais deste nosso pais imenso. Isso de vez em quando ocorre com o Fanfa. Ele adora viajar, e de vez em quando (quase sempre), ele se encontra perdido de madrugada depois de uma noitada daquelas pensando: “Cacete! Como que eu chego no aeroporto?”
Nesta madrugada em questão, estava acompanhado de uma menina bela de 24 anos e 1,62m que tinha conhecido na semana anterior no Rio de Janeiro. Os eventos que levaram ele a estar procurando uma birosca para se alimentar as 5 da matina são extensos demais para para evoluir neste post, digamos apenas que ele estava com fome, e nos arredores do local aonde estávamos não parecia existir nenhum tipo de comercio alimentício.
Após muita procura sem êxito, voltaram a casa da menina, desistindo do lanche da madrugada. Neste momento, Fanfa já estava louco de fome. Eis que a gatinha lhe pergunta:
“Quer subir para comer algo?”
Normalmente, no fim da noite, esta é a frase favorita do Fanfa. Porem, ele sabia que a menina morava com a mãe e portanto, a comida a que ela se referia era no sentido literal e não figurado.
Novamente, se estivesse em condições normais, ele evitaria a todo custo chegar a um raio de 50 metros da mãe de qualquer garota que ele conhece a menos de 2 anos. Porem, estava realmente faminto e o seu hotel ficava bastante longe de onde estavam.
Percebendo a sua hesitação a menina lhe convenceu de que a sua mãe estaria dormindo e de que não haveria possibilidade ou risco algum de que eles se encontrassem. Dado sua fome, acabou aceitando e subiram.
A sua ficante, lhe preparou um sanduíche delicioso de tomate seco com muzarela de búfalo. E rapidamente o Fanfa começou a se sentir em casa. Depois de alimentados, sentaram-se ao sofá da sala e começaram a “se pegar” (como dizem os jovens de hoje em dia).
O Fanfa começou a se empolgar e esqueceu completamente da existência de figuras maternas próximo ao local. Sem entrar em detalhes, ele estava deitado no sofá da sala, no processo de tentar retirar alguns artigos da roupa dela, quando subitamente, ouviu-se um barulho de porta abrindo.
O Fanfa pensou rapidamente: “FUDEU! É a mãe dela!” e sua mente buscava freneticamente uma forma de contornar a situação.
Agora, o Fanfa é um cara relativamente safo, porem, seu pânico no momento era tão grande que não pensou em absolutamente nada. Pulou do sofá e saiu correndo para detrás de um biombo que se localizava na sala.
Ao chegar no seu esconderijo, imediatamente lhe ocorreu a idiotice do que tinha feito. Estava atrás de um biombo, a menina se encontrava na sala de estar, com uma cara atônita, e sua mãe estava prestes a entrar na sala.
Daquele biombo, não tinha destino a não ser ficar parado na esperança remota de que ninguém o percebesse.
Subitamente ouve a voz da mãe:
“Gabi. Vc ta ae?”
E a resposta:
“To sim mãe, o Fanfa ta aqui também, mas ele ta com vergonha...”
Imediatamente, a ridicularidade do que estava fazendo atingiu o Fanfa. Ele, um homem de 30 anos, estava brincando de esconde-esconde com a mãe de uma menina de 24 anos a quem ele conhecia a menos de 1 semana. Nestes momentos o Fanfa olha pra cima, e promete que nunca mais vai sair na night, que ele vai tomar jeito, que ele vai começar a namorar, etc...
Porem, a situação foi tão embaraçosa que não havia muito mais como evitar falar com a mãe da Gabi. Como dizem, se você esta no inferno abrace o capeta. E como já estava no seu inferno astral decidiu que a melhor forma seria uma atitude pro-ativa e ousada.
Colocou o seu melhor sorriso, e saiu de trás do biombo com o maximo de leveza e graça que conseguia imprimir nos seus movimentos e cumprimentou a mãe como se esconder nos biombos das casa alheias fosse um evento natural que ocorresse com todas as pessoas do mundo.
Depois da mãe da Gabi ter se certificado que tudo estava bem, e tenha voltado a dormir. O Fanfa olha paro o relógio, e vendo o horário tardio, se vira para a menina e pergunta: “Bom... agora que já conheço a sua mãe... qual a boa?”
Nesta madrugada em questão, estava acompanhado de uma menina bela de 24 anos e 1,62m que tinha conhecido na semana anterior no Rio de Janeiro. Os eventos que levaram ele a estar procurando uma birosca para se alimentar as 5 da matina são extensos demais para para evoluir neste post, digamos apenas que ele estava com fome, e nos arredores do local aonde estávamos não parecia existir nenhum tipo de comercio alimentício.
Após muita procura sem êxito, voltaram a casa da menina, desistindo do lanche da madrugada. Neste momento, Fanfa já estava louco de fome. Eis que a gatinha lhe pergunta:
“Quer subir para comer algo?”
Normalmente, no fim da noite, esta é a frase favorita do Fanfa. Porem, ele sabia que a menina morava com a mãe e portanto, a comida a que ela se referia era no sentido literal e não figurado.
Novamente, se estivesse em condições normais, ele evitaria a todo custo chegar a um raio de 50 metros da mãe de qualquer garota que ele conhece a menos de 2 anos. Porem, estava realmente faminto e o seu hotel ficava bastante longe de onde estavam.
Percebendo a sua hesitação a menina lhe convenceu de que a sua mãe estaria dormindo e de que não haveria possibilidade ou risco algum de que eles se encontrassem. Dado sua fome, acabou aceitando e subiram.
A sua ficante, lhe preparou um sanduíche delicioso de tomate seco com muzarela de búfalo. E rapidamente o Fanfa começou a se sentir em casa. Depois de alimentados, sentaram-se ao sofá da sala e começaram a “se pegar” (como dizem os jovens de hoje em dia).
O Fanfa começou a se empolgar e esqueceu completamente da existência de figuras maternas próximo ao local. Sem entrar em detalhes, ele estava deitado no sofá da sala, no processo de tentar retirar alguns artigos da roupa dela, quando subitamente, ouviu-se um barulho de porta abrindo.
O Fanfa pensou rapidamente: “FUDEU! É a mãe dela!” e sua mente buscava freneticamente uma forma de contornar a situação.
Agora, o Fanfa é um cara relativamente safo, porem, seu pânico no momento era tão grande que não pensou em absolutamente nada. Pulou do sofá e saiu correndo para detrás de um biombo que se localizava na sala.
Ao chegar no seu esconderijo, imediatamente lhe ocorreu a idiotice do que tinha feito. Estava atrás de um biombo, a menina se encontrava na sala de estar, com uma cara atônita, e sua mãe estava prestes a entrar na sala.
Daquele biombo, não tinha destino a não ser ficar parado na esperança remota de que ninguém o percebesse.
Subitamente ouve a voz da mãe:
“Gabi. Vc ta ae?”
E a resposta:
“To sim mãe, o Fanfa ta aqui também, mas ele ta com vergonha...”
Imediatamente, a ridicularidade do que estava fazendo atingiu o Fanfa. Ele, um homem de 30 anos, estava brincando de esconde-esconde com a mãe de uma menina de 24 anos a quem ele conhecia a menos de 1 semana. Nestes momentos o Fanfa olha pra cima, e promete que nunca mais vai sair na night, que ele vai tomar jeito, que ele vai começar a namorar, etc...
Porem, a situação foi tão embaraçosa que não havia muito mais como evitar falar com a mãe da Gabi. Como dizem, se você esta no inferno abrace o capeta. E como já estava no seu inferno astral decidiu que a melhor forma seria uma atitude pro-ativa e ousada.
Colocou o seu melhor sorriso, e saiu de trás do biombo com o maximo de leveza e graça que conseguia imprimir nos seus movimentos e cumprimentou a mãe como se esconder nos biombos das casa alheias fosse um evento natural que ocorresse com todas as pessoas do mundo.
Depois da mãe da Gabi ter se certificado que tudo estava bem, e tenha voltado a dormir. O Fanfa olha paro o relógio, e vendo o horário tardio, se vira para a menina e pergunta: “Bom... agora que já conheço a sua mãe... qual a boa?”
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